A fundação Make A Wish, que atende pedidos de jovens que sofrem de doenças graves, realizou o sonho de Taylor Sims, fã de Korn. Sims, que sofre de Lupus (uma doença auto-imune que causa dor articular), foi levado à passagem de som e conheceu os membros de sua banda favorita.
Sims divulgou um vídeo no qual fala do encontro com a banda, que ocorreu em outubro de 2012. Após ter sido buscado em uma limousine para ver a passagem de som, o fã conheceu os membros do Korn e sentou para conversar com o líder, Jonathan Davis. No vídeo, Sims disse que os dois contaram histórias de vida, e que a banda lhe fez se sentir bem “por ter realmente se importado”.
Ele explica que as músicas do Korn lhe ajudam a lidar e viver com a doença. Assista abaixo o vídeo do encontro:
Parece quer o Korn só vai começar a gravar um novo álbum quando o vocalista Jonathan Davies se livrar dos projetos paralelos do grupo. Isso porque o guitarrista James “Munky” Shaffer disse, em uma entrevista à “Revolver”, que o grupo já têm umas “15 músicas novas compostas”, com “grandes refrões e riffs”. “Estamos tipo esperando para que o Jonathan coloque as letras nessas músicas, aí então podemos partir para o processo de gravação”, disse “Munky”. O disco mais recente do grupo é “The Path Of Totality”, lançado em dezembro de 2011.
A edição desse ano do SWU Music & Arts Festival pode acabar não acontecendo. Quem crava o cancelamento do evento é o jornalista José Norberto Flesch, em sua conta pessoal no twitter. Flesch, que tem se especializado na apuração de shows internacionais no Brasil, no entanto, acredita que as bandas cogitadas para tocar no festival podem vir ao país em turnês separadamente. Entre essas bandas estão nomes como Marilyn Manson, Limp Bizkit, Bush, Slayer, Korn, Mastodon Soundgarden.
De acordo com Flesch, a gota d’água para o cancelamendo do SWU seria o anúncio de que o Pearl Jam, banda desejada pela produção, teria fechado com o Lollapalooza, que acontece em março. A julgar pela antecedência com que as atrações foram anunciadas nas edições anteriores, realmente a edição desse ano, que aconteceria em novembro, está atrasada. Nem a data ou mesmo o local de realização do SWU - possivelmente o Anhembi, na capital paulista foram confirmados.
Em 2010, o festival teve a primeira edição em Itu, e, no ano passado, aconteceu em Paulínia, ambas as cidades no interior de São Paulo. Uma coletiva para a imprensa era aguardada para o anúncio dos detalhes do festival, mas agora a produção precisa confirmar ou negar o cancelamento da edição desse ano.
O SWU 2012 contará com a presença de Slayer, Mastodon e Korn como principais atrações da noite do metal, de acordo com o jornal Destak. Segundo a publicação, as três bandas se juntam a Weezer e Soundgarden como os nomes internacionais do evento.
Ainda não há confirmação de data ou local do festival, rumores apontam para uma coletiva oficial amanhã, 13 de julho, Dia Mundial do Rock, que oficializaria o line-up com o nomes já citados e a mudança da sede para o Anhembi, na cidade de São Paulo.
O festival foi promovido pela primeira vez em outubro de 2010, em Itu, no estado de São Paulo. Em 2011, foi transferido para o município de Paulínia e, apesar de ter sido anunciado um acordo que previa cinco edições nesta cidade, a mudança de política cultural em Paulínia vai forçar a itinerância do SWU mais uma vez.
David Silveria, ex-baterista do Korn, foi preso na cidade de Huntington Beach, na Califórnia, no último domingo sob suspeita de não estar em “condições físicas ideais”.
Ele foi levado para a delegacia sob custódia da polícia local. Não há outros detalhes sobre a prisão do roqueiro de 39 anos.
Silveria que deixou o Korn em 2006 alegando que queria ficar mais próximo da sua família e de seus restaurantes. O músico retornou à cena musical, este ano com o novo projeto Infinika.
Após o batera pagar a finança, o grupo publicou a seguinte declaração: “O recente incidente não afetará o lançamento do primeiro single da banda no dia 02 de Abril, assim como nos planos para a turnê do grupo que deve acontecer durante o verão norte-americano.”
Falling Away from Me é uma canção e videoclipe da banda norte-americana de nu metal KoЯn, do seu quarto álbum de estúdio Issues. Foi o primeiro single do álbum Issues, lançado nas rádios de todo mundo em 6 de Dezembro de 1999, alcançando Tripla Platina com o lançamento do álbum de KoЯn Issues em 16 De Novembro de 1999.
A música representa a musicalidade tradicional do KoЯn no seu álbum de 1999 Issues, o conhecido estilo nu metal da década de 90, além de ser a mais trabalhada musicalmente, ganhando a posição de primeiro single do CD.
É considerada a melhor música do álbum Issues, e muitas vezes até a melhor música do KoЯn. É a canção com mais profundidade, expressão e impressão da banda, visto pela letra composta por Jonathan Davis, baseada em sua infância.
Estilo musical
Começando pelo single Falling Away from Me, no álbum Issues o KoЯn mostra uma musicalidade bem mais trabalhada, diferentemente do Follow the Leader e os álbuns anteriores a esse, KoЯn abre mão de batidas eletrônicas de Hip Hop e vocais rapeados freqüentes, e aposta em utilizar mais Guitarras, tanto a Base quanto a Solo, principalmente em riffs, com teclados (eletrônicos, em forma de sampler), e uma integração vocal entre Jonathan Davis e outros integrantes da banda no backing vocal, no refrão do single Falling Away From Me.
Letra
Inspiração
A Letra de Falling Away From Me é altamente expressionista e impressionista, composta por Jonathan Davis, vocalista e líder do KoЯn, é baseado na sua difícil infância.
Jonathan Davis em sua infância sofreu muita violência de seus pais, além de constante bullying no colégio, mas felizmente conseguiu vencer isso com sua separação dos pais, ganhando a vida com a música. Davis sempre comentou que certas músicas do KoЯn continham temas dessa sua difícil fase da vida, e essa inspiração chega ao máximo na canção Falling Away From Me.
Expressão e impressão
Nos versos de Falling Away from Me, Jonathan Davis com o KoЯn consegue atingir o máximo de expressão e impressão, mostrando a terrível realidade de uma infância acompanhada de sofrimento: a violência pelos próprios pais, e o suicídio movimentado pelo sofrimento às mãos de bullying e depressão.
Cada estrofe contém sua interpretação própria no contexto da canção, mostrando o caso de uma pessoa altamente depressiva, pessimista, desacreditada com a vida, justamente Afastando-se de mim mesmo, Afastando-se dela mesma pela sua vida violentada.
O contexto dos versos
A músicia começa com um riff de guitarra, com captador da ponte, reverb e com um Dunlop UniVibe com slow rate e mais profundidade no Depth, com um tom melancólico e estridente, em Si menor, criando uma atmosfera melancólica e osbcura.
A primeira estrofe introduz mostrando uma pequena análise da condição do eu-lírico que a canção mostra naquela hora:
O eu-lírico está cansado, provavelmente das agressões que recebeu pelo dia (Hey, I'm feeling tired, my time is gone today), já tão deprimido que pensa em suicídio (You flirt with suicide, sometimes that's ok), e mostra uma atitude conformada com aquele acontecimento tão contínuo enquanto mistura esses pensamentos terríveis com a sua solidão e sofrimento (Do what others say, I'm here standing hollow), e nessa situação ele está se afastando dele mesmo...(Falling away from me, falling away from me).
Na segunda estrofe, já existe um momento de pensamento altamente depressivo do eu-lírico, um momento em que ele sente que aquilo nunca irá acabar:
À noite, com seu dia terminando, o eu-lírico está pensando no seu ruim dia, como todos os outros, com violência física e mental (Day, is here fading, that's when I'm insane), e realmente pensando em sucídio para acabar com sua dor, o conhecido bullycídio, vide Bullying (I flirt with suicide, sometimes kill the pain), e tenta se iludir dizendo que "Amanhã será um dia melhor", mas não consegue, pois sabe que não será (I can always say "It's gonna be better tomorrow"), e com tudo isso continua se afastando dele mesmo... (Falling away from me, falling away from me).
Depois da introdução das 1ª e 2ª estrofes, começa o refrão, o eu-lírico se lembrando de uma cena em que era violentado fisicamente, fato do bully ou violência dos pais (Beating me down, beating me, beating me down; Down into the ground; Screaming some sound, beating me, beating me down; Down into the ground).
Na quinta estrofe, o eu-lírico se encontra em um estado entorpecido, variando entre as lembranças de quando foi espancado e entre o estado "atual", repetindo que está se afastando dele mesmo com essa vida. Provavelmente na quinta estrofe se descreve o estado do eu-lírico após ser espancado, pelas várias tonturas descritas, e o eu-lírico enquanto se lembra repetindo, que está se afastando de si mesmo ((Falling away from me) It's spinning round and round; (Falling away from me) It's lost and can't be found; (Falling away from me); It's spinning round and round (Falling away from me); So it down)
Após o quinto estrofe, volta o refrão. O eu-lírico continua com a terrível memória do espancamento, afastando cada vez mais ele de ele mesmo.
Após a volta do refrão, vem o sétimo e oitavos estrofes, talvez a parte mais marcante da canção, onde conta que enquanto o espancamento, o eu-lírico orava a Deus para que os violentadores e os pensamentos de suicídio vão embora(Twisting me, they won't go away; So I pray, go away), mostrando subliminarmente a fé de Jonathan Davis, mesmo com sua terrível infância, já que a história da canção é baseada em fatos reais da infância de Davis. Nesta estrofe , existem vocais gritados, porém muito baixos, quase imperceptíveis se não houver atenção. Simbolizam as lembranças, por isso são baixos, das vozes dos bullyers na mente do eu-lírico.
Na oitava estrofe, mostra novamente que realmente a vida do eu-lírico está se afastando desse (Life's falling away from me; It's falling away from me; Life's falling away from me), em vários sentidos, talvez por que ele estivesse próximo da morte, ou por depressão, ou pelos próprios motivos físicos, o espancamento. Porém apesar disto tudo, o eu-lírico tem grande vontade de sobrevivência, e mostra raiva com (F!ck), ao final do verso.
Após essas estrofes, o refrão se repete duas vezes e a música termina com a Intro da próxima faixa Trash, com que a Falling Away from Me mantém uma conexão entre os contextos.
Mensagem
A mensagem de Falling Away from Me é justamente uma crítica à violência nas crianças, ao suicídio em crianças e adolescentes, e ao bullying, este último tão presente na vida de Jonathan Davis. Davis tenta expressar ao máximo a vida de uma pessoa constantemente violentada física e mentalmente, com sucesso. Paralelamente, Davis tenta, não somente nessa canção mas também na vida real, combater essa violência com o público-alvo do KoЯn e também o público-alvo do bully, os adolescentes. Davis quer que, como ele, os adolescentes não fiquem depressivos com essa situação realmente tão depressiva (e que pode terminar até em suicídio), mas sim lutem contra isso e se livrem dessa vida para uma vida nova!
Vídeo musical
O Videoclipe de Falling Away From Me mostra basicammente a história descrita acima, porém com a particularidade do eu-lírico ser representado por uma menina, e o aparecimento recorrente do KoЯn, com um cenário "particular", em uma sala vedada, com o fundo verde, e dezenas de lâmpadas incandescentes acesas. Na Alemanha e Austrália o single Falling Away From Me de KoЯn foi lançado em edição especial, com várias faixas bônus remixadas.
O vocalista do Korn, Jonathan Davis, está trabalhando em músicas que deve lançar num EP, usando o nome de “J Devil”. Numa entrevista à “Rolling Stone” americana, Davis disse que trabalha no ônibus de turnê do Korn, e que se inspira no trabalho do DJ e produtor Skrillex, o mesmo que assina a produção do disco mais recente do Korn, “The Path To Totality”, lançado no ano passado. Ainda não se sabe quando o EP será lançado.
"Another Brick in the Wall" é uma faixa do álbum The Wall, da banda inglesa Pink Floyd. É dividida em três partes, sendo elas "Parte I", "Parte II" e "Parte III". Todas as partes foram compostas pelo baixista Roger Waters.
A Parte II da música é muito conhecida por sua frase famosa "We don't need no education..." e foi um dos maiores hits da banda, alcançando o primeiro lugar das paradas norte-americanas, inglesas e de diversos outros países. Ela é basicamente uma crítica ao rígido sistema educacional, especialmente de internatos.
No Brasil, chegou a ser a segunda canção mais tocada nas rádios em 1980.
Parte I
A Parte I é a mais suave. Sobressaem nessa parte riffs de guitarras no fundo, com efeitos de delay, que percorrem a música inteira, apenas cobertos pelos calmos vocais de Waters.
No final das letras, há uma parte mais agitada, que logo se acalma e a música segue em um calmo solo de guitarra até o fim, com os sons de helicoptero que abrem "The Happiest Day of Our Lives".
Parte II
A Parte II é famosa tanto por sua letra quanto pelo seu peculiar riff de guitarra. A música é constituída, basicamente, por guitarras limpas no fundo, baixo e bateria simples. O Destaque fica para o vocal, especialmente o das crianças da Islington Green School (escola nas proximidades do estúdio Brittania Row) no segundo verso e refrão da música e também há destaque para sua famosa letra.
Parte III
Um pouco menos conhecida, a Parte III é caracterizada por seus vocais e guitarras agressivos em tom de protesto.
A faixa começa com sons de vidro sendo espatifado, seguido de explosões de guitarras com bastante distorção e efeitos, vocais e pratos de bateria. Termina com o refrão "All in all it was all just bricks in the wall", seguido de uma breve calmaria com alguns efeitos e um calmo riff de baixo, que vai tomando forma e prevalece na faixa seguinte, "Goodbye Cruel World", a qual encerra o primeiro disco do álbum.
Cover
A banda norte-americana Korn lançou uma versão da canção na compilação Greatest Hits Vol.1, que consiste nas três partes de "Another Brick in the Wall" e "Goodbye Cruel World". Foi o seu último single com o guitarrista Brian "Head" Welch. "Another Brick in the Wall" tornou-se parte habitual dos setlists dos Korn em 2004 e 2005, sendo tocada antes dos encores, com Jonathan Davis a carregar uma tocha durante a 1ª parte.
Esta cover foi também lançada na compilação "Live and Rare" em 2006. Foi realizado um vídeo para o single gravado durante um concerto no Projekt Revolution Tour 2004, dirigido por Bill Yukich, e lançado a 12 de Novembro de 2004.
O Korn liberou o novo álbum "The Patch Of Totality" para audição on-line. O disco sera lançado no dia 5 de dezembro e traz um som mais eletrônico mixado ao rock do grupo. O álbum tem participações do DJ Skrillex, Feed Me, Noisia, Kill The Noise, entre outros.
A banda de New Metal Korn disponibilizou uma nova música para audição na internet. Trata-se de "Sanctuary", presente no próximo álbum do grupo "The Patch Of Totality", que chegará às lojas no dia 6 de dezembro. O disco tem a participação do DJ Skrillex, que mescla elementos de música eletrônica com rock.
A empresa que controla a conta de twitter de Paul Shaffer, um dos produtores da cerimônia de ingresso do Rock And Roll Hall Of Fame, negou q...
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