Mostrando postagens com marcador Melhores bateristas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Melhores bateristas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #1 Neil Peart (Rush)


Fala galera do Biography Rock, chegamos ao nosso baterista número 1 da lista com os 10 melhores bateristas de todos os tempos.
Já tivemos grandes nomes por aqui, é certo que algumas pessoas não concordem com a nossa lista, mas é assim mesmo é difícil agradar a todos.
Espero que tenham gostado da nossa lista e se não concordar com algum baterista é só falar.....


Neil Ellwood Peart (Hamilton, 12 de Setembro de 1952) é baterista da banda canadense de rock progressivo Rush e escritor. Peart recebeu inúmeras preamiações por suas performances musicais e é conhecido por sua agilidade, proficiência e energia. É uma unanimidade entre a lista dos melhores bateristas de rock de todos os tempos, e considerado por vários críticos e músicos o melhor da atualidade.
Peart cresceu em Port Dalhousie, Ontário no Canadá (agora parte de St. Catharines) trabalhando em serviços ocasionais. Com 13 anos, Neil recebeu um par de baquetas, algumas almofadas de aprendizado e lições de bateria com a promessa de que se estudasse durante um ano com afinco, seus pais comprariam para ele uma bateria. Como prometido, ele recebeu sua primeira bateria aos 14 anos e passou a praticar rigorosamente.
Durante a adolescência, ele vagou de banda regional em banda regional e eventualmente acabou largando os estudos para dedicar-se em tempo integral à sua carreira de baterista. Após uma temporada desencorajadora na Inglaterra, Peart retornou para casa, onde entrou na banda regional de Toronto, Rush, no verão de 1974.
No começo da carreira, o estilo de tocar de Peart foi desenvolvido principalmente no hard rock. Ele tirou a maioria de sua inspiração de bateristas como Keith Moon e John Bonham, que estavam no destaque do ramo musical britânico. Entretanto, conforme o tempo foi passando, ele começou a absorver a influência de músicos de jazz e das big bands como Gene Krupa e Buddy Rich. Em 1994, Peart tornou-se amigo e pupilo do instrutor de jazz Freddie Gruber. Foi durante esse tempo que ele decidiu renovar seu estilo de tocar, incorporando componentes do swing e do próprio jazz. Gruber foi também responsável por introduzir ele a produtos da Drum Workshop, a companhia que fornece os produtos da bateria de Peart.



Além de ser um músico, Peart também é um escritor prolífico, havendo produzido diversas memórias e anotações sobre suas viagens. Peart também é o letrista principal do Rush. Em escrever letras para a banda, Peart endereça temas universais como ficção científica, fantasia e filosofia, assim como temas seculares, humanitários e libertaristas. Todos os seus cinco livros são relatos de viagens não-ficcionais, aos quais ele recorre sobre temas de sua vida também. Peart atualmente mora em Santa Mônica, na Califórnia, com sua esposa Carrie Nuttall e sua filha Olivia Louise. Ele também possui uma casa em Quebec e passa tempo em Toronto para propósitos de gravação.
Em termos musicais, Peart recebeu vários prêmios (veja abaixo) por suas performances e gravações e é extensivamente considerado por sua resistência, força, habilidade e virtude. Em termos de influência, ele é um dos mais importantes bateristas da história, e é constantemente classificado como um dos maiores bateristas de todos os tempos.

Neil nasceu em um hospital em Hamilton e viveu seus primeiros anos em Hagersville, na periferia da cidade. A primeira criança de quatro, seu irmão Danny e suas irmãs Judy e Nancy nasceram depois da família mover para St. Catharines quando Neil tinha dois anos de idade. Nesse período, seu pai tornou-se gerente de peças. Em 1956, a família moveu-se para outra área da cidade chamada de Port Dalhousie. Neil estudou na Gracefield School e depois na Lakeport Secondary School, e descreve sua infância como feliz e sua vida em família como calorosa. Na sua pré-adolescência, Neil ficou interessado com a música da época e adquiriu um rádio transistor, o qual ele usava para sintonizar entre as estações de música pop, radiodifundidas no Canadá e nos Estados Unidos.



A sua primeira experiência musical foi aulas de piano, as quais ele depois disse que não teve muito impacto no mesmo, em seu vídeo instrucional A Work in Progress. Ele teve uma inclinação para batucar em vários objetos ao redor da sua casa com pauzinhos para comida chinesa, e, em seu décimo terceiro aniversário, seus pais compraram-lhe um par de baquetas, um pad de praticar e algumas aulas, com a promessa que, se ele dedicasse em um ano, eles lhe dariam um kit de bateria.
Seus parentes compraram um kit de bateria no seu décimo quarto aniversário ele começou a fazer aulas mais seriamente. A sua estreia no palco aconteceu naquele ano em um especial de Natal para uma escola canadense. A sua próxima aparência foi com o seu primeiro grupo, chamado de The Eternal Triangle (O Eterno Triângulo, em português). Essa performance continha um número original chamado de “LSD Forever”. Nesse show ele fez seu primeiro solo de bateria.
Neil conseguiu um emprego no Lakeside Park, em Port Dalhousie na costa do Lago Ontário, lugar que inspirou ele na música de mesmo nome, Lake Ontario, no álbum Caress of Steel. Ele trabalhou em uma loja de jogos, mas a sua tendência de “deixar levar” quando os negócios eram poucos resultou na sua demissão. Nos anos finais de sua adolescência, Neil já havia tocado em halls de igreja, escolas e pistas de patinação em cidades ao redor do sul de Ontario, como Mitchell, Seaforth e Elmira. Eles também tocaram na cidade de Timmins, norte de Ontário. As noites de terças-feiras eram agendadas para jam sessions.

Aos dezoito anos de idade, depois de lutar para obter sucesso como baterista no Canadá, Neil viajou para Londres, esperando melhorar sua carreira como músico profissional. Apesar de tocar em várias bandas e de pegar alguns trabalhos ocasionais, ele foi forçado a suportar-se vendendo bugigangas em uma loja de souvenires.
Enquanto estava em Londres, Neil descobriu os livros da novelista e o objetivismo de Ayn Rand. Suas anotações tornaram-se uma significante influência filosófica em Neil, à medida que ele achou muitas anotações sobre a inspiração individualista e sobre o objetivismo. Referências à filosofia de Rand pode ser encontrada nas suas letras, principalmente em “Anthem” do álbum Fly by Night e “2112” do álbum do mesmo nome.
Depois de dezoito meses de intermináveis apresentações e desiludido por sua falta de progresso no negócio da música, Neil objetivou sua aspiração para tornar-se um músico profissional e retornou-se ao Canadá. Ao retornar para St. Catharines, ele trabalhou para seu pai vendendo partes de trator.

Depois de retornar-se ao Canadá, Neil foi recrutado para tocar bateria para uma banda de St. Catharines chamada Hush, que tocava em um circuito em no sul de Ontário. Depois, uma conhecida mútua de Neil convenceu-o a comparecer a uma audição teste para a banda Rush que se encontrava em Toronto, que precisava de um substituto para o seu baterista original John Rutsey. Geddy Lee e Alex Lifeson viram a audição. Os seus futuros colegas de banda definem a sua chegada aquele dia como um tanto quanto engraçado, pois ele viajou de shorts, dirigindo uma velha Ford Pinto com sua bateria colocada em latas de lixo. Neil sentiu que a audição inteira foi um completo desastre. Enquanto Geddy e Neil coincidiram com um gosto pessoal próximo para música e livros, Alex sentiu uma impressão menos favorável. Depois de algumas discussões, Geddy e Alex aceitaram o estilo britânico de Neil de tocar bateria, reminiscente do estilo do baterista do The Who, Keith Moon.
Neil afiliou-se oficialmente à banda em 29 de julho de 1974, duas semanas antes do primeiro tour da banda nos Estados Unidos. Neil adquiriu um kit prato de bateria Slingerland quando tocou a sua primeira apresentação com a banda, abrindo o show de Uriah Heep e Manfred Mann em frente a 11 mil pessoas em Pittsburgo, na Pensilvânia, em 14 de agosto de 1974.



Neil logo se firmou na sua nova posição, tornando-se também o letrista principal. Antes de juntar-se ao Rush ele já tinha escrito algumas letras, mas com o grande desinteresse dos outros membros da banda de escrever letras, o previamente não-notório trabalho de Neil como letrista tornou-se tão importante quanto a sua musicalidade. Enquanto isso, a banda estava trabalhando duro para estabilizar, eles mesmos, como um ato de gravação. Neil, juntamente com os outros membros da banda, aprendeu a viver de uma mala só.
A sua primeira gravação com a banda em um CD, Fly by Night, de 1975, foi bastante bem-sucedido, ganhando o prêmio Juno para o novo ato mais promissor. Porém, o CD sucessor a esse, Caress of Steel, também de 1975, no qual a banda tinha grande esperanças, foi recebido com certa hostilidade para os críticos e fãs em geral. À resposta da recepção negativa, que centrava principalmente o lado B, abrangendo o épico "The Fountain of Lamneth", Neil respondeu com 2112 no próximo ano, em 1976. O álbum, apesar de ter recebido uma certa indiferença da gravadora, tornou-se um grande avanço e ganhou uma sequência de fãs principalmente nos Estados Unidos. A turnê culminou em um concerto de três noites em Toronto, em uma apresentação em que Neil foi apresentado como “o mestre da bateria” por Geddy.
Neil retornou à Inglaterra para a turnê que a banda ia realizar no norte do país, e a banda permaneceu na Grã-Bretanha para a gravação de seu próximo álbum, A Farewell to Kings, de 1977. Após isso, eles retornaram à Rockfield para o seu próximo álbum, Hemispheres, em 1978. Nesse álbum, Neil trabalho com as letras inteiramente no estúdio. A gravação de cinco álbuns no período de quatro anos, juntamente com os mais de trezentos shows por ano, convenceu a banda a tomar uma abordagem diferente. Neil descreveu esse período da banda como um “túnel escuro”.

Em 1992, Neil foi invitado pela filha de Buddy Rich, Cathy Rich, para tocar no Buddy Rich Memorial Scholarship Concert, em Nova Iorque. Neil aceitou e tocou pela primeira vez com a banda de Buddy Rich. Neil disse que ele teve pouco tempo para ensaiar, e notou que estava um tanto quanto envergonhado ao descobrir que a banda tocou em um arranjo diferente da música que ele tinha escutado previamente. Sentindo que seu desempenho deixou muito a desejar, Neil decidiu produzir e tocar em dois álbuns de tributo de Buddy Rich chamados Burning for Buddy: A Tribute to the Music of Buddy Rich, em 1994 e 1997, como forma de reconquistar a calma.
Enquanto trabalhava no tributo de Buddy Rich, Neil ficou impressionado com a notável melhoria de desempenho de Steve Smith, antigo baterista da banda americana Journey, e perguntou-o seu “segredo”. Steve respondeu-o que estava estudando com o professor de bateria Freddie Gruber. Como consequência, Neil pôs suas responsabilidades principais do Rush a lado e concentrou-se nas aulas de bateria que Freddie o lecionava.
No início de 2007, Neil e Cathy Rich novamente discutiram sobre um outro concerto para Buddy Rich. Como recomendação do baixista Jeff Berlin, Neil decidiu melhorar seu padrão swing, que ele havia estudado, e aprimorou com outro aluno de Freddie Gruber, Peter Erskine, ele próprio um outro instrutor de Steve Smith. Em 18 de outubro de 2008, Neil novamente tocou no Buddy Rich Memorial Concert. Esse álbum foi lançado para DVD.

Neil começou a estudar bateria influenciado por Keith Moon (The Who), John Bonham (Led Zeppelin) e Bill Bruford (King Crimson, Yes, Earthworks). Peart, entrou oficialmente no Rush no dia do aniversário de Geddy Lee, 29 de julho de 1974, duas semanas antes da primeira turnê americana do grupo. Tocou com um Kit Slingerland prata abrindo concertos do Uriah Heep e Manfred Mann à frente de 11.642 pessoas no Civic Arena, Pittsburgh, Pennsylvania, EUA. em 14 de Agosto de 1974. Seu primeiro registro musical gravado em disco é de 1975, com o lançamento do segundo disco da banda, intitulado Fly by Night.
Em suas performances, combina velocidade espantosa, técnica e uma criatividade únicas. Influenciou gerações inteiras de bateristas e obteve a reverência de grandes nomes do jazz. Neil tem o costume de fazer solos experimentais durante os concertos, abordando neles sua história pessoal e da bateria mundial: elementos de rock, jazz, percussão latina e africana são facilmente reconhecíveis.
De 1994 a 1995, estudou com Freddie Gruber e revisou sua maneira de tocar, abordando o traditional grip e uma pegada jazzística, o resultado pode ser conferido no álbum Test For Echo de 1996.
Entre 1980 e 1986 acumulou os mais variados prêmios da Modern Drummer - a mais conceituada publicação sobre bateria e percussão do mundo. Ainda em 1986 foi considerado "the best all around" e elevado à condição de "hors concours", tornando-se "inelegível" nas principais categorias da revista. A saga deste gênio das baquetas parece fadada ao mítico: em 2001, a Revista Bilboard apontou o álbum Signals como "o maior desempenho de um baterista em estúdio em todos os tempos". Mesmo entrando após o lançamento do primeiro álbum intitulado "Rush", Peart tornou-se o centro das atenções da banda e principal letrista. Entre os bateristas influenciados por ele se destaca Mike Portnoy ex integrante da banda norte americana Dream Theater e basicamente toda uma geração de bateristas da vertente progressiva.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #2 Nick Mason ( Pink Floyd )


Nicholas Berkeley "Nick" Mason (nascido dia 27 de janeiro de 1944) é um baterista e compositor inglês, mais conhecido por ser integrante do Pink Floyd. Ele foi o único membro que não saiu desde a formação da banda em 1965. Apesar de escrever poucas músicas para o Pink Floyd, ele contribui com umas das mais famosas músicas da banda, como "Interstellar Overdrive", "A Saucerful Of Secrets" e "Echoes". Ele também compete em eventos automobilísticos, como o 24 Horas de Le Mans. Ele foi o único membro do Pink Floyd a participar da gravação de todos os álbuns.

Filho do documentarista Bill Mason, Nick Mason nasceu em Birmingham mas cresceu em Hampstead, Londres, e estudou na escola Frensham Heights School, perto de Farnham. Ele, posteriormente, estudou na Universidade de Westminter, onde se juntou com Roger Waters, Bob Klose e Richard Wright em 1964 para formar o antecedente do Pink Floyd, Sigma 6.

Mason é o baterista de todos os álbuns do Pink Floyd (mas não em todas as músicas).
Apesar dos conflitos pelo direito do nome 'Pink Floyd' que começou quando Roger Waters saiu da banda em 1986 e durou 7 anos, Roger e Nick estão de bem atualmente. Nick Mason tocou com Waters nos últimos dois dias de sua turnê mundial de 2002 tocando bateria na música "Set the Controls for the Heart of the Sun", ele também tocou em alguns shows da turnê europeia de Waters em 2006 e em algumas performances em Los Angeles e Nova York nos Estados Unidos. Em maio de 2007, Mason e Waters voltaram aos palcos novamente em Earls Court para tocar The Dark Side of the Moon. No dia 12 de maio de 2011,juntamente com David Gilmour, eles tocaram Outside the Wall na turnê The Wall Live de Roger Waters. David também tocou Comfortably Numb naquela noite.
Em julho de 2005, Nick, David, Richard e Roger tocaram juntos no Live 8 em Londres, após 24 anos de não tocarem juntos. Mason também tocou com David Gilmour e Richard Wright durante o show de Gilmour no Royal Albert Hallem Londres, no dia 31 de maio de 2006, reunindo o Pink Floyd "pós Roger Waters". Nick diz ser a ligação entre Gilmour e Waters, e acredita que a banda vai tocar novamente ao vivo. Suas respostas passaram de "tocar para fins beneficentes" para "uma turnê" em várias entrevistas nos últimos anos. Ele também disse, em 2006, que o Pink Floyd não acabou oficialmente.
A única música do Pink Floyd criada apenas por Nick são "The Grand Vizier's Garden Party Parts 1-3" (do álbum Ummagumma) e "Speak to Me" (do álbum The Dark Side of the Moon). A canção da banda chamada "Nick's Boogie" levou esse nome em sua homenagem.


As únicas vezes que a voz de Nick Mason foi encorporada nos álbuns do Pink Floyd foram em "Corporal Clegg", "One of These Days", "Signs of Life" e "Learning to Fly" do álbum A Momentary Lapse of Reason. Ele, contudo, cantou em duas faixas não lançadas oficialmente, "Scream Thy Last Scream" (1967) e "The Merry Xmas Song" (1975–76). Em performances ao vivo, ele fez a parte falada em "Sheep".
Diferente dos outros membros do Pink Floyd, Nick Mason raramente tocou outro instrumento sem ser o seu usual (bateria), embora tenha contribuído com diversos efeitos sonoros nos álbuns do Pink Floyd. As únicas vezes que ele tocou um instrumento sem ser de percussão foi em "The Grand Vizier's Garden Party", sua composição pessoa de Ummagumma, onde ele tocou teclado, guitarra e barulhos de baixo, e em versões ao vivo de "Outside the Wall", onde ele tocava violão com outros os membros.
Nick já fez vários outros trabalhos como produtor e baterista para Steve Hillage, Robert Wyatt, The Damned e Gong. Ele também tocou bateria com Michael Mantler.
Nick usava bateria Premier nos anos 60 e às vezes nos anos 70 (principalmente durante as gravações de Wish You Were Here). Depois disso, ele usou Ludwig dos anos 70 até 1992. Atualmente, ele usa Drum Workshop (DW). Sua bateria é uma DW com dois bumbos, com o símbolo do Dark Side of the Moon. Ele também usou chimbais Paiste durante toda sua carreira com o Pink Floyd. Ele usa uma mistura de chimbais Paiste Traditional, Signature e 2002.Foi Considerado o melhor baterista de todos os tempos por pessoas como Eddie Van Halen, Richie Blackmore e Vinny Apice e outros astros do rock.
O livro de Nick Mason, Inside Out: A Personal History of Pink Floyd, foi publicado em outubro de 2004 no Reino Unido.

Estamos chegando ao final da nossa humilde lista, se alguém discordar pode ficar a vontade para opinar..

Quem vocês acham que será o nosso primeiro lugar dos melhores bateristas de todos os tempos ??

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #3 Igor Cavalera ( Sepultura, Cavalera Conspiracy)


Igor Graziano Cavalera, conhecido apenas como Igor Cavalera, (4 de Setembro de 1970 em Belo Horizonte) é um baterista brasileiro, ex-membro fundador da banda brasileira de metal Sepultura junto com seu irmão mais velho Max Cavalera. Tocou em bandas além do Sepultura como Nailbomb, Strife, e Titãs. Atualmente atua na banda Cavalera Conspiracy, que traz novamente seu irmão Max ao seu lado. Grande baterista, despontou por causa de sua técnica agressiva na bateria.

Igor começou a tocar bateria e percussão muito cedo. Quando o Sepultura foi formado, Igor era o membro mais novo, com apenas 13 anos. Sepultura foi um grande sucesso quando ele ainda era muito novo. Em 21 de Abril de 1984, Igor tocou pela primeira vez em uma bateria de verdade, emprestada de Helinho, do Overdose, uma outra banda que tocaria na mesma noite.

Nos primeiros álbuns, as linhas de bateria de Iggor eram caóticas, seguindo as tendências do thrash dos anos 80. Esse estilo ele aperfeiçoou de 1988 a 1991 (nos álbuns Beneath the Remains e Arise) já chegando por aí a ser um grande baterista muito admirado por suas "viradas" e bumbos muito velozes em "tercetas" e outras variantes de bateria, tudo no estilo thrash-metal. Entretanto, a era em que ele criou uma nova "escola" na técnica de bateria foi após 1993. Seu estilo inovador no álbum Chaos A.D. trouxe elementos tribais, o uso constante de pedal duplo e uma grande quantidade de tons incorporados na música. Um exemplo clássico de sua contribuição é a introdução da música "Territory" (1993, Chaos A.D.). Ele ainda aprimorou esse estilo e o elevou a um nível mais alto no álbum Roots, de 1996, adicionando mais elementos tribais ainda à música do Sepultura.

Em 2005 Iggor participou da gravação do CD Gates of Metal Fried Chicken of Death da banda carioca Massacration, substituindo o baterista Jimmy, The Hammer. Também participou de shows com o Massacration.

Em 13 de janeiro de 2006, foi anunciado que Iggor iria dar um tempo em suas atividades com o Sepultura, pois tornaria-se pai pela quarta vez, e gostaria de aproveitar o tempo com seu filho recém-nascido. Em seu lugar, para a turnê européia do disco Dante XXI, foi colocado o baterista Roy Mayorga.

Ao retornar da turnê européia, o Sepultura iniciaria sua turnê sul-americana, porém Igor ainda não sentia-se a vontade para voltar ao grupo.

Em 13 de junho de 2006, Iggor anunciou sua saída do Sepultura devido à "incompatibilidades artísticas".

No último dia 17 de agosto de 2006, depois de 10 anos separados, Iggor e Max uniram-se no palco do décimo D-Low Memorial Show para tocar os clássicos do Sepultura, "Roots Bloody Roots" e "Attitude".

Igor coleciona brinquedos e camisetas de times de futebol. Tem diversos hobbies, que incluem a prática de jiu-jitsu, snowboarding, surfe, e desenho artístico. É casado com Laima Leyton. Ele tem quatro filhos, Joanna Bass Cavalera (7 de novembro de 1996), Raissa Bass Cavalera (26 de abril de 2000), Iccaro Bass Cavalera (23 de novembro de 2002) e Antonio Leyton Cavalera e um enteado Pedro Leyton Pereira, todos nascidos no Brasil.

Igor, que é Palmeirense fanático, em 2003 gravou o Hino do Palmeiras junto com Simoninha e Branco Mello, Vocalista dos Titãs.

Em 1995 faz sociedade com o então deputado estadual Alberto Hiar, (mais conhecido como Turco Loco), seu padrinho de casamento, criando a grife Cavalera. Iggor, que gosta de desenhar, associou-se cedendo seu sobrenome, fazendo divulgação – no palco e na base da camaradagem entre o underground e o principal, desenhando os modelos que seriam confeccionados. Ao contrário do que muitos pensam, a grife não pertence a Igor. Pertence a Hiar, que entrou com o capital para a efetivação do negócio.

Atualmente Iggor e Max Cavalera formaram a banda Cavalera Conspiracy. Segundo a imprensa especializada o projeto é inovador e muito pesado. Além disso, Iggor se lançou como DJ e atualmente, participa com sua mulher Laima Leyton o projeto Mixhell.

Em 2011 foi confirmada a participação de Igor no Novo CD da Rainha do Rock Rita Lee.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #4 Keith Moon (The Who)


Keith John Moon (23 de agosto de 1946 – 7 de setembro de 1978) foi o baterista da banda de rock britânica The Who. Ganhou prestígio por seu estilo inovador e exuberante na bateria, e notoriedade por seu comportamento excêntrico e por vezes destrutivo, o que lhe rendeu o apelido de "Moon the Loon" ("Moon, o Lunático"). Moon entrou para o Who em 1964, participando de todos os seus álbuns e singles a partir da estréia do grupo com "Zoot Suit" em 64 até Who Are You, de 1978, lançado três semanas antes de sua morte.

Moon era conhecido por seu estilo de bateria dramático e cheio de suspense, que frequentemente envolvia a omissão de batidas básicas em prol de uma técnica fluída e acentuada, focada em viradas progressivas pelos toms, trabalho ambidestro no bumbo e passadas e ataques selvagens nos chimbaus. Ele é citado pelo Hall da Fama do Rock and Roll como um dos maiores bateristas de rock and roll de todos os tempos.

Papel no The Who

Inicialmente Moon tocava no mesmo estilo de bandas norte-americanas de surf rock e R&B, utilizando ritmos e preenchimentos de ambos os gêneros, mas tocando mais alto e com muito mais autoridade. Ele também foi bastante influenciado pelo baterista de jazz Gene Krupa. Inspirado numa conversa que teve com Ginger Baker, Moon passou a usar um kit de bateria duplo no final de 1965. Na banda, o guitarrista Peter Townshend mantinha o tempo, já que trabalhava de maneira acentuadamente rítmica, enquanto Moon e o baixista John Entwistle solavam no topo desta base. As composições de Townshend ganhavam vida nova após ele apresentá-las a Moon e Entwistle, que transformavam as músicas em algo completamente novo e inesperado com suas técnicas distintas de tocar.

No começo da carreira do The Who a banda adquiriu a reputação de destruir seus instrumentos no final de cada show. Moon demonstrava um zelo particular quanto a esta atividade, chutando e quebrando sua bateria com vontade.

Fama de destruidor

Moon não tardou a ganhar a reputação de ser uma personalidade destrutiva. Ele era conhecido por acabar com quartos de hotel, casas de amigos e até mesmo sua própria residência, jogando com frequência móveis pelas janelas e destruindo banheiros com fogos de artifício. Estes atos eram quase sempre provocados pelo consumo de drogas e álcool mas, na maioria do tempo, Moon estava simplesmente dando continuidade ao estilo de vida pelo qual se tornou famoso.

Uma das histórias mais conhecidas narra a festa de seu 21º. aniversário: na ocasião, ele conduziu um Lincoln Continental direto para dentro de uma piscina - trata-se de uma controvérsia a veracidade ou não dos fatos, com Tony Fletcher, biógrafo de Moon, negando o episódio, enquanto Roger Daltrey afirma ter presenciado o prejuízo de 50 mil dólares. Mas devido a seu bem conhecido comportamento, não é difícil imaginar como uma história como essa pôde ser propagada.

Em 1970, Moon se envolveu em um incidente na saída de um pub em Londres, quando seu motorista e guarda-costas, Cornelius "Neil" Boland, foi atropelado e morto. Boland havia saído do carro para tentar conter um tumulto quando foi derrubado; Moon, desesperado, guiou para longe dali, só descobrindo quilômetros mais adiante o corpo do motorista preso nas engrenangens do automóvel. Embora um subsequente processo judicial tenha declarado a inocência de Moon, o baterista se culparia pelo acidente pelo resto de sua vida.

O apetite de Moon pela vida alucinada custaria posteriormente a deterioração de suas habilidades na bateria e a confiança de seus companheiros de banda na sua capacidade como instrumentista.

Trabalho fora do Who

Embora o trabalho com o The Who dominasse a carreira de Moon, ele chegou a participar de alguns projetos paralelos. Em 1966, Keith juntou-se ao guitarrista Jeff Beck do Yardbirds e com os futuros Led Zeppelin Jimmy Page e John Paul Jones para gravar uma instrumental, "Beck's Bolero", lançada no final daquele mesmo ano.

Em 1967, Moon foi convidado pelos Beatles para participar do coro da canção All You Need Is Love, numa apresentação ao vivo na primeira transmissão mundial via-satélite, em 26 países simultaneamente. A apresentação foi transmitida ao vivo do lendário estúdio Abbey Road e contou também com as participações de Mick Jagger, Eric Clapton, Marianne Faithfull e Graham Nash no coro do refrão da música.

Em 1975 ele lançou seu primeiro e único álbum solo, uma coleção de covers de canções pop chamada Two Sides of the Moon. Curiosamente Moon resolveu assumir o papel de cantor, enquanto a bateria foi relegada a outros músicos, como Ringo Starr e Jim Keltner.

Em 1971 Moon fez uma participação especial no filme 200 Motels de Frank Zappa. Ele voltaria às telas com That'Il Be the Day de 1973, e também no filme Tommy, de 1975.

Morte

A última noite de Keith Moon foi como convidado de Paul McCartney na estréia do filme The Buddy Holly Story. Depois de jantar com Paul e Linda McCartney, Moon e sua namorada, Annette Walter-Lax, deixaram a festa mais cedo e retornaram a seu apartamento em Curzon Place, Londres. Ele morreu dormindo, consequência de uma overdose do medicamento que ele estava usando em seu tratamento contra o alcoolismo. O laudo do legista apontou 32 pílulas de Heminevrin em seu organismo, 26 delas ainda não dissolvidas. O apartamento na Curzon Place havia sido emprestado a Keith por seu amigo Harry Nilsson. Coincidentemente, "Mama" Cass Elliot (vocalista do The Mamas and The Papas) morrera no mesmo apartamento quatro anos antes. Amargurado com a perda de dois amigos, Nilsson nunca mais retornou ao local, posteriormente vendendo o apartamento a Pete Townshend. 
       

domingo, 29 de julho de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #5 Nicko McBrain ( Iron Maiden )

Nicko McBrain (nome artístico de Michael Henry McBrain; Londres, 5 de junho de 1952), é um baterista inglês. É atualmente o baterista da banda Iron Maiden, onde ingressou em dezembro de 1982, tendo substituído Clive Burr. Foi antes o baterista da banda Trust.

Técnica


Ao contrário da maioria dos bateristas de heavy metal, Nicko não é um utilizador frequente do pedal duplo (um mecanismo que permite tocar ritmos de notas musicais constantes no bumbo com os dois pés) por considerar esta técnica muito complicada, tendo vindo por isso a desenvolver uma técnica incrivelmente rápida apenas com um pé, no qual consegue seguir perfeitamente os ritmos acelerados de Steve Harris no baixo.


Até hoje Nicko usou pedal duplo nas músicas "Face in the Sand" do álbum "Dance of Death" e na introdução da música "Satellite 15...The Final Frontier" do recém lançado álbum "The Final Frontier".


Em 2003,na gravação do álbum "Dance of Death", Nicko contribuiu pela primeira vez em mais de 20 anos, com a composição de uma música para o Iron Maiden, escrevendo a linha para baixo em "New Frontier".


Formação musical


McBrain primeiro queria aprender a tocar bateria em uma idade jovem, depois de ver Joe Morello tocando com o Quarteto Dave Brubeck na televisão. Demonstrou seu talento para a bateria ainda quando criança quando "batucava" nas panelas de sua mãe. McBrain lembra que tinha onze ou doze anos antes de seu pai lhe comprou seu primeiro kit de bateria "que basicamente era uma snare, um tom-tom, um prato, duas baquetas e um par de escovas." Posteriormente ingressou em bandas de Jazz onde no entanto não viria a ter sucesso, devido principalmente ao seu estilo pesado que não combinava com a leveza do Jazz. Posteriormente, Nicko ingressou para o Heavy Metal, e depois de um tempo, ao entrar no Iron Maiden.


Cristianismo


Em meados de 2000, em companhia da sua esposa cristã Rebecca, Nicko converteu-se ao cristianismo na igreja de Spanish River perto da sua casa em Boca Raton (Flórida). Segundo relatos do próprio, a sua esposa orava por ele há bastante tempo e ao entrarem os dois na igreja, Michael teria chorado e ouvido um chamamento. Em depoimentos posteriores, disse: "sentei-me a pensar, 'não bebi nada ontem, porque não consigo manter-me de pé?'" e "'Eu tinha uma fervente relação com Jesus a acontecer no meu coração".

domingo, 15 de julho de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #6 John Dolmayan ( System of a Down)

Fala galerë do Biography Rock, hoje venho falar do baterista de número 6 da nossa lista dos 10 melhores.
Quando eu comecei a conhecer o Rock uma das primeiras bandas que gostei logo de cara foi o System of a Down e eu achava foda a pegada da bateria, passei anos curtindo shows de bandas que fazem cover do SOAD mas nao era a mesma coisa, até que no ano passado eu pude conferir o show ao vivo dessa banda que pra mim é uma das melhores da atualidade.
Mas vamos falar do John Dolmayan que é o nosso baterista de número 6, conheça um pouco mais sobre ele.




John William Dolmayan ou Jon Ohannes Dolmayan (em arménio Ջոն Դոլմայան), nasceu em uma família de origem armênia em 15 de Julho de 1973 no Líbano. Tornou-se conhecido por integrar a banda System of a Down, sendo o seu baterista. Atualmente reside em Las Vegas, Nevada.


Certa noite, John tinha então cinco anos de idade, pediu aos pais para dormir no quarto deles, assustado com o barulho do tiroteio que acontecia perto de sua casa, uma vez que o Líbano se encontrava em guerra civil. Pouco tempo depois uma bala perdida acertou a cama em que John estaria dormindo se não tivesse saído do seu quarto. Isso fez com que a família decidisse se mudar para a América do Norte em meados dos anos 70. Inicialmente foram para Toronto e depois para Los Angeles.

Sua primeira influência musical foi seu pai, que era saxofonista e amante de jazz.

Durante a adolescência nos Estados Unidos, John passou a tocar com bandas de rock locais em Los Angeles, com as quais começou a desenvolver seu estilo e descobriu novos ídolos como Jaco Pastorius, Ginger Baker e o trio Rush. Não durou muito até que seu caminho cruzasse com o de outros músicos de ascendência armênia.

Em 1993, o vocalista Serj Tankian e o guitarrista Daron Malakian se conheceram na escola em que estudavam e decidiram montar uma banda. Um amigo Shavo Odadjian se dispôs a atuar como produtor da banda, e logo a dupla descobriu que Shavo tinha um talento promissor como baixista. Ao lado do baterista Andy Kachaturian montaram, então, um grupo com o nome de Soil.

Dois anos depois, Kachaturian não parecia corresponder à sonoridade do grupo, e foi aí que John Dolmayan surgiu, assumindo a bateria. A banda trocou de nome para Victims of Down e por fim passou a se chamar System of a Down.

Começaram a se apresentar nas casas de rock de Los Angeles e em 98 o grupo fechou seu primeiro contrato com a Sony Music, lançando o álbum System of a Down. Aos poucos foram obtendo um público fiel, atraído pelo som pesado que o quarteto fazia e pelas letras que falavam de política e questões sociais.

Em 5 de Setembro de 2001 lançaram o segundo álbum, Toxicity, por coincidência poucos dias antes de 11 de Setembro. Em 12 de Setembro, Toxicity alcançava o topo do ranking de vendagens.

Assim como o estilo do System of a Down é bem peculiar, transitando entre características que vão do rock'n'roll ao heavy metal, John Dolmayan também tem uma sonoridade bastante versátil. Toca com dois bumbos sem abusar desse tipo de recurso, explora bem o uso dos pratos, consegue tocar muito forte mas sabe variar dinâmicas com criatividade.

Foi considerado pelas revistas especializadas o melhor e mais técnico baterista de 2000. Atingiu em testes a incrível marca de 20 percussões em 1 segundo usando 1 das mãos, algo assaz estarrecedor.

Para ele, um dos momentos mais emocionantes da ainda curta carreira do System of a Down foi a primeira turnê, como a banda de abertura do Slayer: "Os caras da banda disseram que, em todos os anos que eles tocam, nunca uma banda de abertura foi tão bem recebida pelo público como nós. Foi o máximo ouvir aquilo do Slayer!".

John é conhecido pelas suas expressões zangadas e taciturnas. Serj Tankian disse á revista Kerrang que estava sempre a tentar fazê-lo sorrir em palco, ao que John respondeu que ele tinha de fazer um grande esforço para não se desmanchar e não sair do ritmo.

No Verão de 2006, John anunciou que tencionava abrir um negócio de historia em quadrinhos, sendo que já tem 5 milhões e meio de BD´s. Assim surgiu a Torpedo Comics. Além disso, também anunciou que poderá escrever um guião para um filme.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #7 Mike Bordin (Faith no More)

Boa noite galera do Biography Rock hoje vamos continuar com o especial sobre os 10 melhores bateristas de todos os tempos e é a vez de falarmos do baterista de número 7  Mike Bordin, do Faith no More.






Michael Andrew Bordin, ou Mike "Puffy" Bordin (São Francisco, 27 de novembro de 1962) é um baterista norte-americano. Fez parte da banda de heavy metal Ozzy Osbourne. . Além disso já tocou com o Korn, Jerry Cantrell e EZ-Street

Foi o co-fundador do Faith No More, onde tocou por 17 anos até o fim da formação original da banda. Em 1995 entrou para a banda de Ozzy Osbourne, e ficou com o mesmo até em 2009 para retornar as atividades com Faith No More até hoje. Chegou a substituir Bill Ward no show do Black Sabbath no Ozzfest de 1997, quando Bill estava com problemas de saúde.

Foi o baterista do projeto solo do guitarrista do Alice In Chains, Jerry Cantrell, o álbum Degradation Trip.

sábado, 7 de julho de 2012

Os 10 Melhores bateristas de todos os tempos #8 Mike Portnoy (Dream Theater)

Fala galerë do Biography Rock ta foda pra mim poder atualizar o blog, minha internet não está funcionando e tenho que fazer o possível para atualizar via iPhone pois o APP do blogger é uma merda......
Hoje venho falar do baterista de número 8 da nossa lista, o cara é foda fundou uma das melhores bandas de metal progressivo do mundo, o Dream Theater, além de ter participado de várias  outras bandas...
Bem vamos parar de lenga lenga e vamos ao que interessa.....
Conheça um pouco mais sobre Mike Portnoy.... 


Mike Portnoy (Long Island, Nova York, 20 de Abril de 1967) é um baterista norte-americano, ex-membro da banda Dream Theater, da qual foi um dos fundadores. Participa também de vários projetos, como Transatlantic, Neal Morse, OSI, Liquid Tension Experiment, Adrenaline Mob e Flying Colors.

Seu interesse pela música começou cedo, assim como sua paixão pelos Beatles. Também é fã do grupo Kiss. O fato de seu pai ter sido um DJ foi um dos fatores decisivos para seu ingresso no mundo na música.

É auto-didata no seu instrumento, mas também teve aulas de teoria musical no colégio. Nessa época ele tocou em bandas como Intruder, Rising Power e Inner Sanctum. Logo garantiu uma bolsa na famosa escola de música Berklee, situada em Boston.

Com cerca de dezoito anos John Myung e John Petrucci conheceram-no e formaram a banda Majesty, que mais tarde mudaria de nome, dando origem ao Dream Theater, uma banda de metal progressivo ainda em atividade.

Mike, ao longo dos anos, ganhou inúmeros prémios como melhor baterista do mundo por revistas especializadas.

Portnoy em 2003 foi o professor de bateria de Alex Palmgreen, ex-membro da banda hardcore californiana Black Veil Brides.

Em 2011 Portnoy anunciou que está participando de 2 projetos musicais. Um com Russell Allen, Mike Orlando and Paul DiLeo, e outro com Neal Morse, Steve Morse, Dave LaRue e Casey McPherson. Em junho de 2011 Mike Portnoy está com seu novo projeto o Adrenaline Mob junto com Russel Allen (Symphony X) , Mike Orlando (Sonic Stomp) e o baixista Paul DiLeo (Stuck Mojo) e Rich Ward (Fozzy). No primeiro show da banda Adrenaline Mob a banda tocou a música The Mob Rules cover do Sabbath.

Portnoy tocou, no dia 24 de Setembro de 2011, com a banda Stone Sour (substituindo Roy Mayorga que acabara de ter um filho) no Rock in Rio 2011.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #9 Joey Jordison (Slipknot)



Fala galerë, hoje venho trazer a segunda parte do post sobre os 10 melhores bateristas de todos os tempos e vou falar um pouco sobre o Joey Jordison..
Para mim ele é um baterista muito foda e por isso está entre os 10 melhores...
Bem vamos deixar de papo e vamos ao que interessa....

Jordison nasceu no hospital Mercy, em Des Moines, Iowa, em 26 de abril de 1975. Ele cresceu em uma área rural fora do Waukee. Ele teve interesse na música desde a idade na escola, atribuindo-o para a influência de seus pais, "eles sempre me deram um sábado na frente do rádio, em vez da televisão." Ele começou a formar sua primeira banda, no ensino fundamental. Tocou guitarra até receber o seu primeiro kit de bateria como um presente de seus pais aos oito anos de idade. Num certo periodo, os pais de Jordison se divorciaram, ele e suas duas irmã s mais jovens permaneceram com sua mãe. Jordison, declarou ele sentiu uma súbita responsabilidade de ser o homem da casa, e esta responsabilidade transformou-o em uma pessoa mais madura.

Jordison disse que no seu tempo na escola: "Eu era muito introvertido e não tinha muitos amigos." Suas notas não eram das melhores devido ao seu foco na música. Apesar de estar envolvido em vários projetos, ele fez a sua primeira banda chamada Grave quando ele tinha 15 anos, ele formou o Modifidious, na qual ele tocou bateria, mais tarde ele descreveu-as como "tenho velocidade e por isso vou tocar numa banda de Thrash Metal." A banda de Jordison ajudou a abrir novos caminhos, para tocar ao vivo em multidões de apoio com bandas locais, incluindo Atomic Opera, que apresentou James Root e chefes do On The Wall, que incluiu Shawn Crahan. Depois de uma multiplicidade de mudanças, incluindo a presença de Craig Jones e Josh Brainard que viria a aparecer no Slipknot, a banda lançou dois demos em 1993.

Depois de sair da escola ele foi contratado para trabalhar em uma loja de discos local chamada Musicland. No entanto, em Março de 1994, após uma recomendação de um amigo, ele conseguiu um emprego numa garagem Sinclair em Urbandale trabalhando no turno da noite. Jordison preferiu o turno da noite, porque ele deixou a sua semana livre e ele poderia associar-se com os amigos e ouvir música enquanto trabalhava. No início de 1995, desfez o Modifidious devido à mudança no interesse de thrash metal e death metal. Na sequência, Jordison juntou uma banda local chamada The Reject's como guitarrista, com quem tocou apenas em shows. Ele também foi envolvido em uma banda chamada Anal Blast com Paul Gray, no entanto, isso foi formada em parte como uma piada. Gray também tentou recrutar-lo para outra banda, Body Pit, mas ele declinou o convite para permanecer no The Reject's.

Slipknot

Em Setembro de 1995, Joey foi abordado enquanto estava trabalhando, lhe ofereceram uma posição em um novo projeto chamado The Pale Ones. Ele aceitou o convite. Referindo-se a este momento, ele conta sobre o seu esforço para não sorrir. Ele enfrentou uma série de preconceitos a respeito do Slipknot e sua entrada na banda foi bastante discutida pelos membros já definidos. Atualmente ele é considerado um dos mais dedicados membros e está envolvido na maioria dos trabalhos, incluindo criação e produção, além de desenvolver projetos com a gravadora (Roadrunner Records) e é declaradamente o "primeiro a chegar e o último a sair." É o mais baixo integrante da banda com 1,63 m de altura. Costumam chamá-lo de "Pequeno Notável".

Joey tem preferência pela guitarra em relação a bateria.

Ao longo de sua carreira vem fazendo participações especiais para várias bandas, entre elas Avanga, The Havenots, Anal Blast, The Regects, Satyricon, American Head Charge, Ministry, Metallica… entre outras. Em 2007, esteve como baterista temporário da banda Korn (acompanhando-os, inclusive, no palco da edição Rock Am Ring daquele ano).

Em 2008 retomou o trabalho com o Slipknot para as gravações do quarto CD All Hope Is Gone.

Joey é o #1 (numeração correspondente aos integrantes do Slipknot, variando entre 0 e 8 - total de 9 integrantes). Usa uma máscara kabuki-japonesa branca, bastante simples e sem expressão. Durante o Ozzfest de 1999, Joey fez algumas pinturas que deram mais vida à sua máscara. A banda mantém a tradição de trocar suas máscaras, incluindo os uniformes, a cada álbum lançado.

Baixinho e falador, o baterista do Slipknot diz que a falta de expressão da sua máscara combina com ele. Não importa se ele está alegre ou puto da vida, ninguém saberá qual sentimento está por trás dela. Não gosta de brigas devido a sua estatura desfavorável. Admira muito Ross Robinson e afirma que o cara é completamente louco. Joey diz que durante as gravações de um álbum do Slipknot, Ross jogou um vaso nele. O vaso errou Joey e acabou acertando a parede e os pedaços se espalharam por toda parte… inclusive na sua boca. Escolheu o número 1 pois esse número significa "começo" e, na maioria das vezes, ele quem coloca o primeiro "tijolo" para iniciar a "construção" das músicas. Ele diz ser primo de Marilyn Manson devido a sua grande amizade. Durante a gravação de "People = Shit" quebrou 5 pares de baquetas. Ele quem criou o termo "Maggot" (vermes - referência aos fãs do Slipknot).

Murderdolls

Enquanto fazem shows no Ozzfest em 2001, ao mesmo tempo que apoia o Slipknot, Jordison reuniu o Tripp Eisen, depois de Static-X, e os dois discutiram formando um lado projetoso.  Em 2002, Jordison reavivou sua banda a The Reject's, renomeando-lhes com o nome Murderdolls. Jordison tornou-se o guitarrista e ele contratou Wednesday 13, do Frankenstein Drag Queens From Planet 13, para tocar baixo. Acabaria por deslocar-se para vocalista, enquanto Ben Graves, Eric Griffin, Acey Slade e completou a banda. A banda assinou com a Roadrunner Records e lançaram um EP intitulado direito de permanecer violentos. O Murderdolls retornaria em Agosto de 2002, com sua estréia álbum Beyond the Valley of the Murderdolls. A banda utiliza filmes de horror, incluindo o Sexta-feira 13 e A Noite dos Mortos Vivos, como uma inspiração de suas letras. Em 30 de outubro de 2002, o Murderdolls fez uma aparição em um episódio de Dawson's Creek, intitulado "Living Dead Girl" (depois nenhum CD foi lançado, até 2010). E após terem lançado o álbum Women and Children Last, ganharam o prêmio pela Metal Golden Golds Awards de "Melhor retorno do ano (2011)".

Outros esforços musicais

Em 2001, Joey fez uma remix de "The Fight Song" do Marilyn Manson, alguém usou sua máscara aparecendo em um vídeo para a música de Manson da capa de "Tainted Love". No final do ano Manson revelou que Jordison tinha vindo a trabalhar com ele em seu novo álbum, o intitulado The Golden Age of Grotesque, Jordison trabalhava como guitarrista porém, ele não aparece no álbum. Em 2004, Joey apareceu no álbum House of Secrets do "Otep", na percussão de seis faixas para o álbum. Em 2008, Jordison apareceu no álbum dos Puscifer's o "V" os for Viagra. E ainda foi um dos "4 Capitães" da banda RoadRunner United, junto com Dino Cazares, Robb Flynn e Matt Heafy.

sábado, 30 de junho de 2012

Os 10 melhores bateristas de todos os tempos #10 Ian Paice (Deep Purple)



Fala ae galerë do Biography Rock vou começar essa semana uma sequência de postagens para falar sobre os 10 maiores bateristas de todos os tempos, é claro que toda lista gera polemica e nem sempre concordamos com quem a criou, mas como aqui o blog não é só meu e sim de todos que visitam e comentam pode ficar a vontade para discordar e deixar sua opinião......

Vou começar pelo número 10 da lista, para mim ele é um grande baterista mas não é o meu preferido  ele é o Ian Paice (Deep Purple).

Ian Anderson Paice (nascido em 29 de junho de 1948, Nottingham) é um baterista britânico, famoso por sua participação na banda Deep Purple. Seu primeiro contato com a música foi ao tocar violino, mas aos 15 anos de idade, escolheu a bateria como instrumento. Começou sua carreira como baterista tocando na banda de Dance de seu pai, no começo dos anos 60. Depois, ingressou em mais um projeto musical chamado "Georgie & the Rave-Ons", até fundar o Deep Purple. Ian Paice foi o único membro da formação original do Deep Purple que permanece ativo até hoje na banda.

Além do Deep Purple, Ian Paice também já tocou no Whitesnake,The Shindings,MI5 & The Maze e Gary Moore Band.